
Assim se vai fazendo justiça neste país. Tudo se arquiva, tudo prescreve. É a forma mais simples e eficaz de resolução. Vamos esperar que passe o tempo suficiente, para alguém começar a falar. Por agora, parece que esssas pessoas estão amordaçadas.
Este é um espaço dedicado não só aos naturais e residentes na freguesia de Vila Verde, concelho da Figueira da Foz, mas também àqueles que eventualmente nela estejam interessados. Será um espaço para divulgar um pouco aquilo que por cá se vai ou não fazendo. Será um blog de espírito crítico, mas sempre com sentido positivo. Não será portanto benvinda a crítica fácil e destrutiva.
1 comentário:
Que pode acreditar?
Pelos casos que têm sido publicados são mais que suficientes para desacreditarem qualquer opinião púbica, mesmo os que de código civil estudaram, pouco confiam. A prová-lo, quando são interpolados, agarram-se sempre à constituição e base legislativa Portuguesa. Os magistrados coitados têm sempre muito que fazer, os meios são escassos e trabalham em condições sobre-humanas, em edifícios que muito deixam a desejar. Os aqueles que alguns de nós até conhecemos, por andar-mos na escola juntos ou porque até são nossos vizinhos, não é essa a nossa visão. Fartam-se de passear nos poucos dias de férias que têm. Quantos são, sabem?
É mais um sistema da sociedade Portuguesa, em sintonia com a advocacia Lusa, onde alguns até ao que transparece, apresentam ordenados mínimos de rendimento em Declaração de IRS/C, não condizentes com os seus sinais externos de riqueza.
A nós a plebe e, os menos afortunados, resta-nos não ter a necessidade dos serviços porque aí temos a prova do custo dos seus honorários e, que seja levantado mais este segredo de justiça a 14 de Julho, dia da revolução francesa e tomada da bastilha.
Pode ser que nessa vaga revolucionária, de levantamento popular a coberto dum bom jornalismo de investigação, se descasque este imbróglio, onde Ministros e Governos são conhecidos das partes interessadas e, até conseguiram sair dum país onde eram arguidos.
Quem pode acreditar?
Enviar um comentário