
Conheci José Franco, no longínquo ano de 1973, quando da prestação do meu serviço militar, em Mafra. Fazíamos os "crosses" para os lados da Ericeira e a passagem pelo Sobreiro, local do seu atelier, era obrigatória. Desde então muitas vezes, fruto da minha vida profissional, visitei o seu atelier. Homem afável e amigo de ensinar a sua arte. O que mais gostava de ver à sua volta eram os alunos das mais variadas Escolas, nas suas visitas de estudo, ás quais não dispensava sempre os seus sábios conselhos. E para os adultos tinha sempre a "sua ginginha" e "pão quente com chouriço". Deixa-nos um grande legado mas, com a sua morte, também se abre uma brecha enorme numa arte que está a desaparecer de dia para dia.
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