Algumas queixas têm chegado ao Moinho de utentes e residentes neste belo lugar. Desde a colocação de autênticos mamarrachos, que foram os armazéns da Vidreira do Mondego SA, agora são os cedros e canas que de lá emergem, sem que ninguém trate de os cortar, dando a triste imagem que a foto documenta e não está pior, porque muito foi cortado para enfeitar as ruas de Vila Verde, na altura das Festas de Nossa Senhora da Graça. Os administradores da respectiva empresa, certamente não gostariam de ter tal espectáculo pela frente (Rua da Azinhaga). E as contrapartidas acordadas pela construção dos armazéns e, que até hoje não se efectivaram?

O mesmo espectáulo se pode observar ao fundo da Rua de Vale de Rosas. Mas não há ninguém que zele pela limpeza da nossa Freguesia e que mande resolver estas questões?

Também começa a ter barbas brancas a conclusão da ligação da Rua de Vale de Rosas à Rua do Pedaço. Os proprietários dos terrenos contíguos à mesma cederam terrenos para o seu alargamento. A JFVV e a CMFF, na altura ainda fizeram uma intervenção na mesma. E agora? Para quando a sua conclusão?

E o estado em que se encontram os pisos da Rua da Azinhaga e de Vale de Rosas. Onde estão os tapetes prometidos para elas, pela CMFF, já lá vão mais de três anos? Foram também desviados para outro lado ou quê?
Finalmente, enquanto o saneamento básico lentamente vai avançando na Freguesia, na Rua do Pedaço e, em parte da Rua da Azinhaga, teima em não se fazer. Ficou para trás, como no Casal do Toros, na Fontela ($), sabe-se lá até quando?