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quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Tudo como dantes ...

... no quartel de Abrantes.
Tantas entidades preocupadas com as acessibilidades para/de Vila Verde e eis que a Saint Gobain Mondego, a Junta de Freguesia de Vila Verde e a Câmara Municipal da Figueira da Foz, " resolvem" dar uma ajudinha para a estrangular ainda mais. Sim porque "tão ladrão é o que vai à vinha, como o que fica a guardar". Um executa e dos outros, um fecha os olhos e o outro autoriza. Sim porque a situação já é de todos conhecida. Como se pode observar na foto, o caso, já aqui em tempos levantado, parece estar arrumado. Ninguém deu ouvidos, como já começa a ser normal e assiste-se ao coroar do "aumento do património" :-) de uma pessoa colectiva, à custa do prejuízo de toda uma potencial comunidade utilizadora :-( e isto, perante o curvar, e aceitação dos nossos responsáveis autárquicos.

A propósito, também eu devo estar a precisar de ir ao oftalmologista, porque ainda não consegui ver a placa de licenciamento da obra. Mas se calhar o mesmo também não lhes é exigido, deve estar isento.

E já agora ... Ainda não é a altura dos autarcas da altura dizerem de sua justiça e contarem finalmente o que se passou realmente na novela "Os Armazéns da Vidreira" e se na mesma houve ou não contrapartidas acordadas. O silêncio pode ser considerado pelos "fregueses" comprometedor e levá-los fazerem maus juízos de valor. E mais não digo. Mais um assunto encerrado e enterrado. Bolas, disse enterrado, lagarto, lagarto, lagarto... :-)


sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Armazéns da Vidreira ... novamente a polémica?

Certamente alguns de vós estarão lembrados da polémica que estalou com a construção dos armazéns da “Vidreira”. Houve um pouco de tudo na altura. Abaixo-assinados, plenário de moradores, Assembleias de Freguesia, ... etc, mas o que é certo é que os ditos armazéns se construíram. Falou-se na altura de contrapartidas para Vila Verde e afinal nenhuma foi realizada, digo eu. Os autarcas locais de então deveriam ter explicado o que “aconteceu”, até para calar determinados comentários , nada abonatórios, a seu favor. Mas não, fecharam-se todos em copas e ninguém sabe ao certo o que terá acontecido. Vá-se lá saber porquê.
E agora perguntam vocês: Então o problema já se deu há tantos anos e agora volta-se a falar do mesmo? Sim, é bom que se volte a falar dele, porque a “Vidreira” na altura vedou-se e deixou uma parcela de terreno a nascente, que se dizia que era a contrapartida para a construção de uma nova via de ligação da Rua da Azinhaga à Rua da Vidreira. Todos ficariam a ganhar, até a Vidreira. Não é que passados todos estes anos a vedação está a ser retirada (ver fotos) e está a ser construída uma nova vedação, mais para nascente, que vai ocupar o terreno que tinha sido deixado na altura? Então ISTO PODE SER FEITO? E se todos aqueles que deixaram terrenos para a via pública se lembrarem agora de fazer novas vedações pelas confrontações antigas? E o que é lamentável é que os nossos responsáveis autárquicos locais não saibam o que se está a passar. Se calhar não querem é saber ou se sabem também não o querem dizer, como os outros. Não foram ouvidos pelo menos para dar informação sobre o alinhamento do muro? A construção está devidamente licenciada? Só isto era motivo para saber o que se está a passar. Ou só se mandam fiscalizar as obras dos particulares (pessoas singulares, como é óbvio). Enfim, é mais uma atitude que vem confirmar o conformismo deste Executivo face aos constantes atropelos que têm sido cometidos contra a “nossa” Freguesia. Concordo que “nada” pode ser feito sem apoios camarários e estatais e nisso a nossa Freguesia tem sido bastante penalizada, mas também é verdade, que não é a “falta de euros” que agora está em causa, mas sim a falta de uma resposta positiva, na defesa dos reais interesses da nossa Freguesia. O resto é trêta e mais uma vez quem fica a perder somos todos nós.