"Faz o que eu digo, não faças o que eu faço", ou os maus exemplos que chegam de cima ...

Este é um espaço dedicado não só aos naturais e residentes na freguesia de Vila Verde, concelho da Figueira da Foz, mas também àqueles que eventualmente nela estejam interessados. Será um espaço para divulgar um pouco aquilo que por cá se vai ou não fazendo. Será um blog de espírito crítico, mas sempre com sentido positivo. Não será portanto benvinda a crítica fácil e destrutiva.
3 comentários:
Este episódio pode chocar, mas recomendo que os interessados leiam o Decreto-Lei nº 197/99 de 8 de Junho, que estabelece o regime da realização de despesas públicas com locação e aquisição de bens e serviços, bem como da contratação pública relativa à locação e aquisição de bens móveis e de serviços.
Poderão constatar que o Estado pode fazer a aquisição de bens e serviços, até um valor de 75000€ (valores sem IVA), sem recorrer ao concurso publico. Pode efectuar apenas uma consulta prévia ou até fazer uma adjudicação directa. O valor pode subir até 200000€ em situações excepcionais.
Não quero duvidar das fontes do nosso estimado Moleiro, mas daquilo que conheço da Microsoft, a "vocação" deles não é o desenvolvimento de portais. Isso qualquer pseudo-empresa de web-design já sabe fazer.
Da noticia tenho curiosidade em saber 2 coisas:
- quais foram os valores envolvidos na implementação do portal? (Se foram superiores a 200000€...)
- foi mesmo a Microsoft a desenvolver o portal? (Se sim... vai mal a Microsoft Portugal...)
Amigo Paulo Bernardes:
Recomendo a leitura do jornal "O Público" em http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1389168&idCanal=57, onde o assunto estará mais desenvolvido.
Cumprimentos
Estimado Moleiro,
Obrigado pelo link. A leitura do artigo clarificou as minhas dúvidas... Confesso que durante algum tempo ainda tive uma leve esperança... Mas não...
Estou estupefacto...
Temos nós em Portugal empresas que são consultoras e que desenvolvem software para a NASA e vão estas mentes ignóbeis consultar a Microsoft?
Temos nós no nosso Ensino Superior vários departamentos de sistemas de informação de elevada competência e que cobrariam bem menos por consultoria, concepção e desenvolvimento e vão consultar a Microsoft?
Mas, do mal o menos, o contrato "prevê uma garantia de seis meses após a sua conclusão para a manutenção correctiva do sistema". E eu que julgava que as garantias agora eram de 2 anos...
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