Mistério ..........................................................
Este é um espaço dedicado não só aos naturais e residentes na freguesia de Vila Verde, concelho da Figueira da Foz, mas também àqueles que eventualmente nela estejam interessados. Será um espaço para divulgar um pouco aquilo que por cá se vai ou não fazendo. Será um blog de espírito crítico, mas sempre com sentido positivo. Não será portanto benvinda a crítica fácil e destrutiva.
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Falta de tempo ;-)
Falta de tempo foi a alegação dos procuradores para não ouvirem José Sócrates, no âmbito do processo Freeport. Pois com um processo a decorrer só durante seis anos, e com 27 perguntas para fazer, como havia de haver tempo? É por estas e por outras é que a "verdade nem sempre vem ao de cima".
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sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Caso Freeport, uma novela ao eslilo das pilhas Duracell
Mais uma tentativa de cambalhota no caso Freeport, com um dos arguidos do caso Freeport a accionar um mecanismo legal que pode parar o processo. Carlos Guerra , antigo presidente do Instituto da Conservação da Natureza, põe em causa a conduta dos magistrados do caso, Vítor Magalhães e Paes de Faria e pretende que sejam investigados por suspeita de violação de segredo de justiça.
Esta "incidente de suspeição" levantado por Carlos Guerra ficará a cargo do Conselho Superior do Ministério Público e a denuncia criminal será apresentada no Tribunal da Relação de Lisboa. Não deixa de ser curioso agora que novos desenvolvimentos do caso foram prometidos, começarem a aparecer novos entraves. Atraso, seguido de atraso, até à prescrição total do processo. Um filme já visto noutras situações com outros actores. O costume. Um país com um sistema de justiça assim, há-de ser sempre um país à deriva. Ainda ontem na posse de novos juízes, lhes foi pedido mais "humanidade para as pena a aplicar". Só podia ser a brincar...
Esta "incidente de suspeição" levantado por Carlos Guerra ficará a cargo do Conselho Superior do Ministério Público e a denuncia criminal será apresentada no Tribunal da Relação de Lisboa. Não deixa de ser curioso agora que novos desenvolvimentos do caso foram prometidos, começarem a aparecer novos entraves. Atraso, seguido de atraso, até à prescrição total do processo. Um filme já visto noutras situações com outros actores. O costume. Um país com um sistema de justiça assim, há-de ser sempre um país à deriva. Ainda ontem na posse de novos juízes, lhes foi pedido mais "humanidade para as pena a aplicar". Só podia ser a brincar...
segunda-feira, 30 de março de 2009
Pressões sobre magistrados levam sindicato a pedir audiência de urgência ao Presidente da República
Arquivamento do Caso Freeport em causa
O novo presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, João Palma, vai pedir uma audiência de urgência ao presidente da República Cavaco Silva. Nos últimos dias João Palma tem vindo a denunciar pressões sobre os magistrados, alegadamente relacionadas com o caso Freeport e que visam, segundo revelou o "Correio da Manhã" levar ao arquivamento do processo. O Sindicato dos Magistrados do Ministério Público vai emitir ainda hoje um comunicado.
O cerco está a apertar-se e o mais certo é que o processo venha mesmo a ser arquivado (até já se fala em prescrever), não por falta de provas, mas porque "parece não haver redes para apanhar trutas tão pesadas" :-)
O cerco está a apertar-se e o mais certo é que o processo venha mesmo a ser arquivado (até já se fala em prescrever), não por falta de provas, mas porque "parece não haver redes para apanhar trutas tão pesadas" :-)
domingo, 18 de janeiro de 2009
Caso Freeport
Continua o suspense sobre quem é o ex- ministro do governo de António Guterres a quem foram pagas luvas para que fosse viabilizado aquele espaço comercial. Além deste ex-ministro, mais outros 14 suspeitos estão implicados, entre os quais autarcas portugueses, administradores do Freeport, construtores e advogados. O Freeport, construído numa Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo, foi viabilizado num dos últimos Conselhos de Ministros do Governo de António Guterres, durante o mês de Março de 2002. Nessa altura, de acordo com as autoridades inglesas, saíram da sede da empresa em Londres grandes quantias de dinheiro que foram transferidas para Portugal através de “off-shores” na Suíça e Gibraltar, alegadamente para o pagamento de “luvas". Nota: Ainda não foi divulgado, nem se sabe se alguma vez o será, mas que se desconfia que a sua divulgação era uma grande bomba, lá isso era.
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