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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Natal Solidário


As estações dos correios de todo o país disponibilizam durante o mês de Dezembro as cartas ao Pai Natal escritas por crianças desfavorecidas ou em risco para que possam ser apadrinhadas.
Em comunicado, os CTT informam que para participarem na campanha "Pai Natal Solidário" os interessados devem dirigir-se a uma das estações de correios, escolher uma carta e apadrinhar o desejo da criança.
Os correios tratarão de oferecer a embalagem e o envio dos presentes, antes da noite de 24 para 25 de Dezembro.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Vamos fazer do Natal de 2008, um Natal melhor...

Na vida, passamos por 3 fases:
  • a primeira, quando acreditamos no Pai Natal;
  • a segunda, quando deixamos de acreditar;
  • a terceira, quando nos tornamos Pai Natal!!!

Que tal fazermos algo diferente, este ano, no Natal? Sim... Natal... daqui a pouco ele chega. Que tal ir a uma agência dos Correios e pedir uma das 17 milhões de cartinhas de crianças pobres e ser o Pai ou Mãe Natal de uma delas? Há a informação de que existem pedidos inacreditáveis. Existem crianças pedindo um casaco, uma blusa, ou um simples doce... É uma ideia. É só pedir a carta e entregar o presente numa agência dos correios até o dia 20 de Dezembro. Os próprios correios se encarregarão de fazer a entrega. DIVULGUE P/ OS SEUS AMIGOS.

Enviado ao Moinho, via mail por Paulo Bernardes (2008 Nov 05

domingo, 9 de março de 2008

Figueira da Foz - Correios assaltados com armada branca em plena luz do dia

A estação de correios do Bairro Novo, Figueira da Foz, foi ontem assaltada, cerca das 17H30, tendo sido levados mais de cem euros, segundo a funcionária. Segundo esta, o assaltante, apesar de encapuçado, aparentava ter entre 25 a 30 anos. A PSP, chamada ao local, por um dos vizinhos que se terá apercebido da situação, tomou conta da ocorrência e colocou-se no terreno à procura do assaltante.
Este é mais um exemplo da falta de segurança, que um pouco por todo o lado vai proliferando. Não me parece que é com a admissão de mais polícias que o problema se vai resolver. Este, carece de soluções mais profundas que, politicamente, ninguém quer assumir.