A ERC, Entidade Reguladora da Comunicação, divulgou hoje a deliberação sobre o fim do Jornal Nacional da TVI, que considera ter sido uma interferência ilegal da administração na esfera da direcção editorial. O regulador diz ainda que vai avançar com um processo contra-ordenacional para apurar a responsabilidade sobre este episódio. E quer também apurar se existiu ou não ingerência do poder político ou económico na actividade do operador. A ERC considera ainda “lamentável” o “timing” da decisão de cancelamento do dito jornal no dia 3 de Setembro, “em pleno período eleitoral e na véspera da data do reinício do ‘Jornal Nacional de Sexta’”, que entretanto estava para regressar de um interregno de férias logo no dia 4. A ERC tem em conta o facto de a administração invocar que seria melhor acabar com o Jornal Nacional de sexta-feira antes das eleições do que depois. Mas não vê que, desta maneira, as consequências políticas tenham sido minimizadas. Manuela Moura Guedes, afastada do ecrã e com futuro incerto na TVI, considera que há consequências a retirar da deliberação hoje divulgada pela ERC e que isso deverá implicar o retomar do Jornal Nacional das Sextas da TVI, do qual era coordenadora e pivô e dise ficar à espera de que o Jornal Nacional volte. Moura Guedes, chamada pela ERC a prestar esclarecimentos, em Setembro, preferiu, como era seu direito, não fazer declarações, invocando ter medo de retaliações profissionais.Este é um espaço dedicado não só aos naturais e residentes na freguesia de Vila Verde, concelho da Figueira da Foz, mas também àqueles que eventualmente nela estejam interessados. Será um espaço para divulgar um pouco aquilo que por cá se vai ou não fazendo. Será um blog de espírito crítico, mas sempre com sentido positivo. Não será portanto benvinda a crítica fácil e destrutiva.
Mostrar mensagens com a etiqueta Jornal Nacional. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jornal Nacional. Mostrar todas as mensagens
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
ERC considera ilegal fim do Jornal Nacional da TVI
A ERC, Entidade Reguladora da Comunicação, divulgou hoje a deliberação sobre o fim do Jornal Nacional da TVI, que considera ter sido uma interferência ilegal da administração na esfera da direcção editorial. O regulador diz ainda que vai avançar com um processo contra-ordenacional para apurar a responsabilidade sobre este episódio. E quer também apurar se existiu ou não ingerência do poder político ou económico na actividade do operador. A ERC considera ainda “lamentável” o “timing” da decisão de cancelamento do dito jornal no dia 3 de Setembro, “em pleno período eleitoral e na véspera da data do reinício do ‘Jornal Nacional de Sexta’”, que entretanto estava para regressar de um interregno de férias logo no dia 4. A ERC tem em conta o facto de a administração invocar que seria melhor acabar com o Jornal Nacional de sexta-feira antes das eleições do que depois. Mas não vê que, desta maneira, as consequências políticas tenham sido minimizadas. Manuela Moura Guedes, afastada do ecrã e com futuro incerto na TVI, considera que há consequências a retirar da deliberação hoje divulgada pela ERC e que isso deverá implicar o retomar do Jornal Nacional das Sextas da TVI, do qual era coordenadora e pivô e dise ficar à espera de que o Jornal Nacional volte. Moura Guedes, chamada pela ERC a prestar esclarecimentos, em Setembro, preferiu, como era seu direito, não fazer declarações, invocando ter medo de retaliações profissionais.
Etiquetas:
Jornal Nacional,
Manuela Moura Guedes,
TVI
Subscrever:
Mensagens (Atom)