A Câmara de Lisboa, prepara-se para autorizar a inscrição de homossexuais nos seus casamentos de Santo António, uma cerimónia destinada a promover o matrimónio na cidade, e a que acorrem habitualmente casais carenciados que querem beneficiar dos apoios associados à iniciativa. Esta cerimónia destina-se a matrimónios católicos e, com é sabido, a Igreja não celebra casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Assim, aos homossexuais interessados, resta concorrerem aos cinco lugares que a autarquia disponibiliza para cerimónias de carácter civil, apesar desta não considerar não ser correcto criar um número de vagas específico para os homossexuais. Considera a medida discriminatória. O padre Vitor Melícias já reagiu a esta notícia, mostrando-se indignado com uma eventual “utilização da figura de Santo António” para este fim, uma vez que a doutrina católica se opõe ao casamento homossexual. Se a autarquia de Lisboa, considera a medida por si tonada de discriminatória, porque a tomou então? E porque meter Santo António nisto sabendo que a Igreja não celebra casamentos gay? É só folclore ou falta de "Red Bull".Este é um espaço dedicado não só aos naturais e residentes na freguesia de Vila Verde, concelho da Figueira da Foz, mas também àqueles que eventualmente nela estejam interessados. Será um espaço para divulgar um pouco aquilo que por cá se vai ou não fazendo. Será um blog de espírito crítico, mas sempre com sentido positivo. Não será portanto benvinda a crítica fácil e destrutiva.
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Santo António, padroeiro gay?
A Câmara de Lisboa, prepara-se para autorizar a inscrição de homossexuais nos seus casamentos de Santo António, uma cerimónia destinada a promover o matrimónio na cidade, e a que acorrem habitualmente casais carenciados que querem beneficiar dos apoios associados à iniciativa. Esta cerimónia destina-se a matrimónios católicos e, com é sabido, a Igreja não celebra casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Assim, aos homossexuais interessados, resta concorrerem aos cinco lugares que a autarquia disponibiliza para cerimónias de carácter civil, apesar desta não considerar não ser correcto criar um número de vagas específico para os homossexuais. Considera a medida discriminatória. O padre Vitor Melícias já reagiu a esta notícia, mostrando-se indignado com uma eventual “utilização da figura de Santo António” para este fim, uma vez que a doutrina católica se opõe ao casamento homossexual. Se a autarquia de Lisboa, considera a medida por si tonada de discriminatória, porque a tomou então? E porque meter Santo António nisto sabendo que a Igreja não celebra casamentos gay? É só folclore ou falta de "Red Bull".
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