Portugal só usou 25 por cento das verbas de Bruxelas para os desempregados de sectores em crise. Perto de 75 por cento, ou seja, 2,4 milhões, foram devolvidos. A burocracia é a principal causa das perdas. Fonte "O Público" 2010 Set 12
Este é um espaço dedicado não só aos naturais e residentes na freguesia de Vila Verde, concelho da Figueira da Foz, mas também àqueles que eventualmente nela estejam interessados. Será um espaço para divulgar um pouco aquilo que por cá se vai ou não fazendo. Será um blog de espírito crítico, mas sempre com sentido positivo. Não será portanto benvinda a crítica fácil e destrutiva.
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segunda-feira, 13 de setembro de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Eurostat desmente Governo
Desemprego em Portugal chega aos 10,9% e já atinge 600 mil portugueses.
Estes são dados revelados e publicados hoje pela Eurostat e que, nos próximos serviços noticiosos, irão ser novamente contrariados por algum membro do governo. Não se sabe se será José Sócrates ou Vieira da Silva a tomar tal iniciativa patriótica....
domingo, 12 de julho de 2009
Cursos sem emprego são os que têm mais vagas
As licenciaturas de Direito na Universidade de Lisboa e na Universidade de Coimbra lideram, respectivamente com 450 e 330 lugares, o top dos cursos com mais vagas no concurso nacional de acesso ao Ensino Superior Público, que arranca amanhã. Curiosamente, são dois dos cursos apontados como tendo maior desemprego, num estudo elaborado este ano pelo próprio Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. É a chamada lógica da batata...
domingo, 5 de abril de 2009
"Nunca mais votei. Votar para quê?"
O Alentejo foi a primeira região do País a atingir os dois dígitos ao nível da taxa de desempregados. O que é agravado pela eterna falta de alternativas em termos de emprego local. E é difícil avaliar o que é mais dramático. Se a vida de quem trabalhou desde os dez anos, sem direito a férias e que agora se vê na iminência de pedir apoio social. Se a de casais jovens, que já tiveram bons rendimentos e que agora vão buscar às escondidas refeições à Cáritas. E descobrem que 18 pessoas podem trabalhar e viver num contentor, sem quaisquer condições de higiene."Nunca mais votei. Andar a votar... para quê?" Maria dos Prazeres, 53 anos, tomou a decisão há cinco anos, quando a Fábrica de Lanifícios de Portalegre encerrou. Tinha, então, 600 operários, mas chegou a laborar com o dobro.... Ler +
35 anos depois do 25 de Abril :-( ....
35 anos depois do 25 de Abril :-( ....
segunda-feira, 2 de março de 2009
Desempregados inscritos no Centro da Emprego da Figueira já são 2.869

No final de Janeiro deste ano o Centro de Emprego da Figueira da Foz (CEFF) registava 2.869 desempregados, dos quais 1.182 são homens e 1.687 mulheres, que representam cerca de 2,39% da população da área geográfica daquele Centro. Em relação a idêntico período de 2008, são mais 223 desempregados.
O CEFF, abrange um universo de 120.000 pessoas residentes, numa área geográfica de 997,3 Km2 e abrange os concelhos de Figueira da Foz. Soure, Montemor-o-Velho e Mira.
Comparado com os números nacionais no mesmo período, cerca de 8,1 % de desempregados, constata-se que, na zona geográfica do CEFF, a percentagem de trabalhadores desempregados, está bem longe daqueles. Ainda bem.
O CEFF, abrange um universo de 120.000 pessoas residentes, numa área geográfica de 997,3 Km2 e abrange os concelhos de Figueira da Foz. Soure, Montemor-o-Velho e Mira.
Comparado com os números nacionais no mesmo período, cerca de 8,1 % de desempregados, constata-se que, na zona geográfica do CEFF, a percentagem de trabalhadores desempregados, está bem longe daqueles. Ainda bem.
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Nem tudo são rosas ... para muitos :-(
Entre Janeiro e Outubro de 2008, o número de trabalhadores afastados em despedimentos colectivos aumentou cerca de 30%, quando comparados com os números de 2007. Em 2007, houve 195 empresas cujas administrações optaram por despedimentos colectivos, já de si um crescimento significativo face a 2006 – 116 empresas. Mas apenas nos primeiros dez meses de 2008, houve 176 empresas afectadas por despedimentos colectivos. E o número de trabalhadores envolvidos cresceu exponencialmente. Em 2006, foram despedidos 1931 trabalhadores. Em 2007, saltou para 2289 trabalhadores, ou seja, 13 por cento dos trabalhadores das firmas afectadas. Mas nos primeiros dez meses do ano, foram afastados 2979 trabalhadores, representando 23 por cento do pessoal das empresas envolvidas. Como se vê, nem tem tudo foi cor de rosa para muitos, nestes últimos três anos e a culpa não é só da crise internacional, como alguns querem fazer crer.
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