Valentim Loureiro, presidente da Câmara de Gondomar, condenado a pena suspensa no processo ‘Apito Dourado’, por crime de prevaricação, pagou parte das despesas com o advogado com verbas da autarquia. O recente parecer da Procuradoria-Geral da República, relativa ao caso Fátima Felgueiras – cuja Câmara pagou mais de 500 mil euros em despesas judiciais para a defender nos diversos casos que tem em curso – poderá agora vir a ser aplicado a outros autarcas.
Sabe-se no entanto, que deverão ser as autarquias a exigir o direito da regresso dos pagamentos feitos à cabeça. O que em casos como o de Felgueiras ou Gondomar dificilmente acontecerá, já que os envolvidos se mantêm na liderança das câmaras. Quantos são... Quantos são...Estou mesmo a ver que mais uma vez temos que ser nós a pagar este "despesismo". :-(
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