sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

PS da Figueira da Foz aprova lista à Câmara contra vontade do candidato

O PS da Figueira da Foz aprovou hoje de madrugada, por maioria, os primeiros quatro nomes da lista à Câmara Municipal nas próximas eleições autárquicas, contra a vontade do candidato e atual presidente da autarquia, João Ataíde.

O presidente da comissão política concelhia do PS levou à votação, na reunião daquele órgão, na noite de quarta-feira, a indigitação de João Ataíde como candidato socialista à Câmara (aprovada com 35 votos a favor e 15 contra) e uma segunda proposta que incluía os atuais vereadores Carlos Monteiro e Isabel Cardoso e o próprio líder concelhio, João Portugal, nos lugares seguintes da lista camarária.

A lista, aprovada por maioria, com 29 votos a favor, 21 contra e três votos em branco, tem a oposição de João Ataíde que, em declarações à agência Lusa, considerou "um disparate" o processo. "Eu aceito a indigitação, mas não aceito essa lista. Não aceito e o João Portugal sabe que não aceito", disse o presidente da Câmara, independente eleito pelo PS.

João Ataíde, que não participou na reunião da comissão política socialista, manifestou-se "disponível" para levar na lista, pela mesma ordem, as pessoas que com ele trabalham no atual mandato - o executivo minoritário constituído, para além dele próprio, pelo vice-presidente Carlos Monteiro, militante do PS e os independentes Isabel Cardoso e António Tavares - reafirmando a sua oposição à ordenação de lugares decidida pelo órgão local do PS.

"Acha que podia aceitar qualquer lista? Conhece alguma câmara neste país, alguma autarquia, à qual o candidato tenha sido indigitado junto com uma lista? Isto é um disparate, deve haver algo de muito errado com os estatutos do partido para imporem uma lista a um candidato", lamentou o autarca.

Ouvido pelos jornalistas, no final da reunião, João Portugal afirmou que a lista, submetida à votação e aprovada, foi decidida "em consenso" com João Ataíde e o "vice" camarário e da concelhia do PS Carlos Monteiro.

"Não é uma lista que vai contra a vontade do presidente da Câmara. Nós tivemos uma reunião e entendemos que é uma lista que poderia, poderá e vai reunir o consenso", contrapôs João Portugal.

No entanto, questionado nesse sentido, o presidente da concelhia recusou pronunciar-se sobre se sabia que a lista proposta e agora aprovada não tinha o aval do candidato e atual presidente da autarquia.

"Isso são questões do foro interno, não vou entrar nessa discussão", frisou João Portugal.

Embora o dirigente do PS tenha começado por afirmar que os três nomes para a vereação e o do candidato a presidente da Câmara "foram aprovados e estão fechados" pelos órgãos locais e que "neste momento, só pode haver votação para o resto da lista", acabou por admitir que, estatutariamente, a questão poderá ser decidida pela Comissão Nacional do partido.

"Pode haver uma avocação da Comissão Nacional por dois terços, o que não me parece. Não tem havido em lado nenhum do país", sublinhou João Portugal.


Agência Lusa (2013 Fev 14)

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Assembleia Geral do Grupo Recreativo Vilaverdense

Na próxima sexta-feira, dia 8 de Fevereiro, pelas 20h30, vai realizar-se uma assembleia geral extraordinária do Grupo Recreativo Vilaverdense, com a seguinte ordem de trabalhos:

Ponto Um - Leitura, apreciação e votação da ata anterior;
Ponto Dois - Eleição dos corpos gerentes para o ano de 2013.

Se à hora prevista não estiverem reunidos o número de sócios estatutariamente necessários, funcionará a mesma uma hora depois com quaisquer número de associados.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Unitefi abre falência e deixa 130 trabalhadores no desemprego



“Infelizmente foi votada a liquidação da empresa”, afirmou Fátima Carvalho. A dirigente do sindicato dos têxteis, afeto à União de Sindicatos de Coimbra, falava ontem aos jornalistas no final da assembleia de credores da Unitefi – Indústrias Têxteis da Figueira da Foz.


“Uma empresa que apresenta um valor de cinco milhões de euros, dos quais três milhões são dos créditos dos trabalhadores, não merecida ser fechada por dois milhões de dívida”, disse Fátima Carvalho.

A sindicalista referiu que, em 2010, foi vendido o património da Unitefi ao Fundo Imobiliário do Turismo por 3,6 milhões de euros. “Já estavam a preparar tudo isto. “Esta insolvência foi premeditada porque a empresa quer continuar a comercializar o produto, que já está a anunciar, com a venda de marcas este mês em Lisboa”, esclareceu Fátima Carvalho, afirmando ainda: “atirou com 130 postos de trabalho para a rua, que ficaram sem crédito e não têm mais nada na Figueira da Foz”.

In "Diário das Beiras" 2013 Fev 05



Um T2 e ninguém sabia? Vai lá vai....

Um concessionário do Mercado Municipal Eng. Silva, situado na Baixa da Figueira da Foz, transformou o armazém do piso superior num apartamento, onde morou durante várias décadas. A habitação era constituída por dois quartos, sala, cozinha, casa de banho, escritório e despensa. O “andar”, com ligação ao espaço comercial através de escadas interiores, foi recentemente demolido.

A demolição foi executada no âmbito das obras de requalificação do mercado municipal, em curso. Ao que o DIÁRIO AS BEIRAS apurou, o atual concessionário paga uma renda de 110 euros/mês pelo espaço comercial, que explora desde 2007. Quando ficou com a concessão, segundo afiançou fonte do mercado, o “apartamento” estava incluído na renda.



In  "Diário das Beiras" 2013 Fev 05

Uma "imunização" para um pequeno esquecimento.

O Banco de Portugal acaba de emitir um comunicado vago e confuso, e que contraria a sua prática de sigilo, onde esclarece que, após ter "aberto procedimentos, recolhendo e recebendo informações", considera que não existe fundamento, "à luz da legislação em vigor, para a abertura de processos de reavaliação de idoneidade em relação aos casos referidos na comunicação social." O BdP não esclarece a que banqueiros se refere.

O PÚBLICO divulgou na segunda-feira que o Banco de Portugal (BdP) chamou o presidente do Banco Espírito Santo (BES), Ricardo Salgado, para que prestasse esclarecimentos, orais e por escrito, sobre as razões que o levaram a esquecer-se de apresentar 8,5 milhões de rendimentos [relacionados com 26 milhões de euros depositados numa conta da UBS] na sua declaração de IRS, relacionados com dinheiro aplicado no estrangeiro, o que o levou a fazer três rectificações à administração fiscal.

Apesar de o procurador responsável pela investigação ao "caso Monte Branco", Rosário Teixeira, o ter imunizado juridicamente do crime de evasão fiscal, o facto de Salgado ter feito sucessivas regularizações ao IRS representava, para alguns quadros do BdP, "uma possível confissão de que sistematicamente omitiu de forma deliberada os juros e as mais-valias apuradas no exterior à espera das amnistias fiscais que acabaram por ser decretadas".

A leitura do comunicado do BdP permite concluir que as dúvidas existentes no BdP deixaram de existir após os esclarecimentos prestados por Salgado. Todavia, fica por esclarecer se o banqueiro – que já reconheceu que Nicolas Figueiredo (o protagonista do "caso Akoya/Monte Branco") era o seu gestor de conta na UBS desde 1980 – informou as autoridades sobre o rendimento gerado pelas verbas alocadas no exterior nos períodos que intermediaram as várias amnistias.

Foi neste contexto que o BdP se pronunciou sobre a idoneidade de Salgado, um juízo de valor que, segundo o comunicado do BdP, terá sido de novo favorável ao banqueiro.

O BdP pediu igualmente esclarecimentos a José Maria Ricciardi, presidente do BESI, e a Morais Pires, CFO do BES, sobre o seu envolvimento num processo de crime de mercado. Os dois estão indiciados por insider trading e manipulação de preços na oferta pública de subscrição da EDP Renováveis. Desconhece-se se o BdP também os considerou idóneos para o exercício das suas funções.

In "Público" 2013 Fev 05

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Estão prestes a chegar os equipamentos de jogo para os "nossos" petizes e traquinas. Depois será a apresentação pública das equipas no nosso Pavilhão. Depois então começarão os convívios com amigos de outros clubes de outra terras. Sei que estão todos em "pulgas" para esta fase importante. No entanto precisamos de mais petizes e traquinas, por isso fazemos um apelo para que apareçam no nosso Pavilhão.

O Moinho está de regresso

Respondendo a várias solicitações, informo que irei procurar novamente dar corpo a este Blog. Agradeço a colaboração de todos os que entenderem informar neste espaço. Não serão permitidos comentários anónimos, bem como aqueles que vão contra a moral e os maus costumes. Nem todos partilharão certamente dos mesmos ideais, mas a sua opinião terá que ser levada em conta. " Da discussão nasce a luz".